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    <title>Nodus UFG</title>
    <description>Grupo de pesquisa e desenvolvimento Nodus - Mediação, Informação e Jornalismo Digitais </description>
    <itunes:summary>Grupo de pesquisa e desenvolvimento Nodus - Mediação, Informação e Jornalismo Digitais </itunes:summary>
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      <title>UFG está entre as 5,4% melhores universidades do mundo, aponta CWUR</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="cwur" title="cwur" src="http://nodus.fic.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/cwur.png?1527864717" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Universidade figura entre as 25 melhores do Brasil e as 50 melhores da América Latina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Mais um ano, a Universidade Federal de Goiás (UFG) é reconhecida &lt;/span&gt;internacionalmente pelo Center for World University Rankings (CWUR), um dos mais respeitados sistemas de classificação acadêmica global. Na edição de 2026, a UFG integra o seleto grupo das 5,4% melhores universidades do mundo — posição mantida em relação ao ano anterior — em um universo de mais de 21 mil instituições avaliadas em todos os continentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este reconhecimento não é circunstancial. Ele reflete o compromisso contínuo da UFG com a excelência acadêmica, a produção científica de qualidade e a formação de profissionais e pesquisadores preparados para atuar em contextos complexos e diversos. Estar entre as primeiras 5,4% do mundo, em um cenário de avaliação tão amplo e rigoroso, é uma expressão concreta da solidez institucional que a UFG vem construindo ao longo de décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Destaques do desempenho em 2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os resultados mais expressivos desta edição, a UFG figura entre as 25 melhores universidades do Brasil (posição 24) e entre as 50 melhores da América Latina (posição 41), indicador que passou a integrar o ranking nesta edição. No campo da pesquisa científica — dimensão de grande peso metodológico no CWUR —, a UFG ocupa a posição 1.083 no ranking mundial de pesquisa, mantendo-se próxima das mil melhores instituições de pesquisa do planeta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cabe destacar que, dentre as cerca de 53 universidades brasileiras classificadas neste ranking internacional, a maioria é de instituições públicas. Esse dado não é fortuito: evidencia que o modelo de universidade pública brasileira, com sua indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um dos pilares mais robustos da ciência e da educação superior no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No recorte regional, o destaque é ainda mais significativo: entre as universidades do Centro-Oeste, apenas a Universidade de Brasília (UnB) e a UFG figuram no ranking, reafirmando o papel estratégico dessas instituições para o desenvolvimento científico e educacional da região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como interpretar os dados com responsabilidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O secretário de Planejamento, Avaliação e Informações Institucionais da UFG, Paulo Henrique Cirino Araújo, exlica que a interpretação de rankings universitários requer cautela e contextualização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O CWUR avalia, a cada edição, um conjunto distinto de instituições: em 2025 foram 21.462 universidades; em 2026, 21.291. Além disso, o conjunto específico de instituições incluídas pode variar, e a metodologia passa por refinamentos periódicos. Portanto, qualquer oscilação de posição — mesmo que de dezenas de lugares — não reflete, necessariamente, uma mudança no desempenho real da instituição, mas pode decorrer simplesmente de alterações no escopo da avaliação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O secretário acrescenta que igualmente relevante é compreender que comparar universidades entre si é um exercício de limitações evidentes. Cada instituição tem vocação, missão e contexto próprios. Rankings globais tendem a privilegiar indicadores associados à pesquisa de alta visibilidade internacional, o que frequentemente subestima dimensões igualmente essenciais da vida universitária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A UFG, por exemplo, desempenha papel insubstituível na formação de professores para atuação em comunidades indígenas e contextos rurais, na interiorização da educação superior no Centro-Oeste e na produção de conhecimento voltado às especificidades socioambientais da região. Já na assistência à saúde, o Hospital das Clínicas da UFG realiza mais de 129 mil consultas médicas e quase 5 mil cirurgias ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Essas contribuições — de profundo impacto local e nacional — não se traduzem facilmente em métricas padronizadas de alcance global, e ainda assim são fundamentais para compreender o valor real da Universidade", ressalta Paulo Henrique.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, é oportuno lembrar que a própria metodologia dos rankings contém pesos significativos atribuídos a fatores de natureza subjetiva e dependentes de contextos culturais e institucionais específicos, o que reforça a necessidade de uma leitura crítica e plural desses instrumentos.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 15:03:46 -0300</pubDate>
      <link>https://nodus.fic.ufg.br/n/201577-ufg-esta-entre-as-5-4-melhores-universidades-do-mundo-aponta-cwur</link>
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      <title>IHGG sedia evento comemorativo dos 60 anos do Curso de Jornalismo da UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Imagem mostra logo comemorativa dos 60 anos do curso de jornalismo da UFG" title="Imagem mostra logo comemorativa dos 60 anos do curso de jornalismo da UFG" src="http://nodus.fic.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1671/o/60anos.PNG?1780497988" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Programação gratuita na "Casa Rosada" inclui mesa-redonda sobre a trajetória da primeira graduação da área no Centro-Oeste, visita guiada à exposição e lançamento de livro sobre a Projornal&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Rosana Borges/IHGG, FIC/UFG&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG) abre suas portas no dia 11 de junho (quinta-feira) para celebrar um marco histórico da comunicação e do jornalismo no Centro-Oeste brasileiro: os 60 anos do Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Goiás (UFG). O evento comemorativo terá início às 8h30 e reunirá pioneiros(as), egressos(as), professores(as), estudantes e pesquisadores(as) para resgatar a memória e debater a fundação do Curso e da Cooperativa de Jornalistas de Goiás (Projornal).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Curso de Jornalismo da UFG foi o primeiro do Centro-Oeste brasileiro, tendo sido criado oficialmente 30 de setembro de 1966 (Resolução nº 01/66), com implementação em 1968 após o primeiro vestibular. Sua trajetória envolve a luta dos jornalistas goianos por um curso superior, com destaque para as pautas que a Associação Goiana de Imprensa (AGI) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Goiás (atual Sindjor) encamparam junto à UFG. Ao longo de sua história (1966-2026), o Curso consolidou-se como referência na formação de profissionais e hoje é considerado de excelência pelo Ministério da Educação (MEC), tendo obtido nota máxima no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação e Destaques&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A programação do evento começa com uma recepção para o público, seguida da exposição guiada "Brasília: o alicerce goiano de um sonho brasileiro", que resgata as conexões históricas de Goiás com a construção da capital federal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ponto alto do evento será a mesa-redonda "Fundação e consolidação do Curso de Jornalismo UFG (1966-2026)", que acontecerá conjuntamente ao lançamento do livro "A Cooperativa de Jornalistas de Goiás - Projornal (1978-1988)", de autoria de Kalyne Menezes. A mesa-redonda contará com convidados(as) que participaram ativamente dessa história:&lt;br /&gt;* José Osório Naves (ex-Presidente do Sindjor e partícipe da fundação do Curso)&lt;br /&gt;* Valterli Guedes (Presidente da AGI e partícipe da fundação do Curso)&lt;br /&gt;* Solange Maria Franco (egressa, professora e atual Coordenadora do curso)&lt;br /&gt;* Kalyne Menezes (egressa e autora do livro sobre a Projornal)&lt;br /&gt;* Angelita Pereira de Lima (egressa, Professora do Curso, integrante da Projornal e ex-Reitora da UFG)&lt;br /&gt;* Marly Paiva (egressa e integrante da Projornal)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cronograma do Evento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* 8h15 – Recepção &lt;br /&gt;* 8h30 – Visita à exposição "Brasília: o alicerce goiano de um sonho brasileiro"&lt;br /&gt;* 9h15 – Abertura oficial, Mesa-redonda “Fundação e consolidação do Curso de Jornalismo UFG (1966-2026)” e lançamento do livro “A Cooperativa de Jornalistas de Goiás - Projornal (1978-1988)”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-----------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Evento: Comemoração dos 60 anos do Curso de Jornalismo da UFG no IHGG &lt;br /&gt;Data e horário: 11/06 (quinta-feira), 8h30&lt;br /&gt;Local: Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG)&lt;br /&gt;Endereço: Rua 82, nº 455, Setor Sul, Goiânia (Casa Rosada em frente à Praça Cívica) &lt;br /&gt;Entrada: Gratuita com emissão de certificados &lt;br /&gt;Informações para a imprensa: Profa. Rosana Borges | rosana_borges@ufg.br | (62) 99617-4797&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 11:47:33 -0300</pubDate>
      <link>https://nodus.fic.ufg.br/n/201559-ihgg-sedia-evento-comemorativo-dos-60-anos-do-curso-de-jornalismo-da-ufg</link>
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      <title>O ato difícil do melhor jornal do Brasil</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Imagem mostra logo do Núcleo sobre fundo preto " title="Imagem mostra logo do Núcleo sobre fundo preto " src="http://nodus.fic.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1671/o/nucleo_imagem.webp?1780443266" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Núcleo Jornalismo pausa atividades por crise financeira, mudanças causadas pela IA e plágios de colegas&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1671/o/nucleo_imagem.webp" alt="Imagem mostra logo do Núcleo sobre fundo preto " width="650" height="488" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Imagem: Núcleo Jornalismo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Texto: Raniê Solarevisky de Jesus&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Núcleo Jornalismo, uma das iniciativas de excelência mais responsáveis e atentas às necessidades do nosso tempo, vai fazer uma pausa. O motivo principal é a crise financeira do veículo, &lt;a title="link para anúncio de pausa do Núcleo " href="https://nucleo.jor.br/institucional/2026/06/02/o-nucleo-precisa-fazer-uma-pausa/" target="_blank" rel="noopener"&gt;escrevem os fundadores&lt;/a&gt;. Já da nota, que é bem detalhada, salta uma virtude que não encontra equivalência na imprensa do nosso país: a transparência com o leitor, registrada nos relatórios (financeiros, inclusive) enviados a todos os assinantes periodicamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há raríssimos veículos no Brasil capazes de antecipar tendências que não são só &lt;em&gt;hype&lt;/em&gt; de tecnoevangelistas, mas projeções concretas sobre como podemos dispor, compartilhar e buscar informações num cenário cada vez mais confuso e inebriado de dados legítimos e conteúdo sintético. Além de fazer isso em diversas frentes, como na adoção do selo "&lt;em&gt;conteúdo produzido por humanos&lt;/em&gt;", o Núcleo também era um depósito de investigações originais e que mais ninguém estava fazendo sobre práticas de todo tipo nas redes e das redes, sempre adornadas com texto primorosamente simples e recursos interativos inventivos que seguravam quem acessava pela mão e realizavam o cada vez mais raro milagre da leitura-além-do-título.   &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O anúncio é muito representativo de um tempo em que vimos os acessos caírem vertiginosamente nos portais de jornalismo depois do lançamento definitivo dos &lt;em&gt;AI Overviews&lt;/em&gt; do Google, na mesma medida em que o acesso a modelos de IA e o &lt;em&gt;vibe coding&lt;/em&gt; diminuíram substancialmente o atrito para o desenvolvimento de novos produtos de tecnologia -- tudo isso consta no texto que anuncia a pausa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ocorrência também demonstra a necessidade de regulação mais incisiva da profissão e o fortalecimento de entidades de classe. Como a FENAJ não tem a força de um conselho como o de Medicina, por exemplo, não pode cassar registro profissional ou impedir um repórter de trabalhar porque ignorou um item fundamental do código deontólogico da profissão. No cenário atual, se algum colega copia na cara dura uma apuração suada do Núcleo e publica como sua -- fato consumado um bom número de vezes -- nada acontece com ele ou com o jornal, a não ser que alguém vá gastar alguns reais com advogados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O caso, infeliz e até agora largamente ignorado na faculdade em que leciono, deveria servir de insumo para as aulas nos cursos de jornalismo pelo país. Naqueles em que a discussão sobre o digital e o futuro da profissão consegue ter mais espaço, há inúmeras lições e reflexões sobre modelos de negócio, circulação de contéudo, demanda informacional, grade curricular e cultura de consumo na web, para ficar só nesses tópicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como qualquer pessoa que esteja prestando o mínimo de atenção ao que as &lt;em&gt;big techs&lt;/em&gt; e seus entusiastas têm feito com a internet que tomaram para si, torço para que a pausa do Núcleo seja breve. Como os editores notam no texto, o teatro do digital tem mudado muito rápido, com troca de papéis, roteiro convoluto e cada vez mais imprevisível. Justamente pela potência da sua performance nos últimos seis anos, esperamos mais surpresas do melhor ator do jornalismo digital brasileiro recente. Que o retorno do Núcleo seja um espetáculo triunfal. E que esse primeiro ato continue a inspirar novas e instigantes performances.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:36:09 -0300</pubDate>
      <link>https://nodus.fic.ufg.br/n/201543-o-ato-dificil-do-melhor-jornal-do-brasil</link>
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      <title>Pesquisadores da UFG desenvolvem IA para interpretar DNA</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="IA DNA" title="IA DNA" src="http://nodus.fic.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/working-code.jpg?1780420550" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Expectativa é de que ferramenta reduza custos e aumente a eficácia de análises genômicas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Arthur Gabriel&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um projeto em desenvolvimento por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG) pode contribuir para o avanço dos estudos da genética brasileira. Batizado de Lumina, o projeto consiste no sequenciamento de DNA com inteligência artificial, treinada especificamente com dados genéticos brasileiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o professor Celso Camillo, do Instituto de Informática (INF) da UFG e coordenador do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia), o modelo de IA Lumina pode ser capaz de trazer avanços em diagnósticos genéticos e atendimentos mais personalizados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A IA desenvolvida tem como primeiro objetivo o entendimento da linguagem genômica, uma vez que o modelo consiga analisar o DNA humano. Em especial, com a possibilidade de reduzir custos e aumentar o acesso a esse tipo de abordagem, por exemplo, ampliando o uso no SUS", detalha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ferramenta ainda é um protótipo que está sendo explorado para diferentes aplicações. O professor explica que, na prática, o modelo pode ser visto como um "ChatGPT" para o DNA: "Há uma série de tarefas que podem ser feitas a partir do modelo da Lumina, entre elas a predisposição genética para alguns tipos de câncer. A partir das informações do DNA do indivíduo, o modelo consegue analisar e gerar alertas de risco para algumas doenças e condições".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Celso acrescenta que a Lumina poderá ser capaz de auxiliar as análises de mutações nos genes que podem estar relacionadas a patologias, o que agilizaria diagnósticos de doenças genéticas ainda não conhecidas, com recursos mais baratos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sensores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 15px; float: right; width: 45%; max-width: 300px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/celso_camilo_%281%29.png" alt="Celso Camilo" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 5px 0 10px 0; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Professor Celso Camilo (INF/UFG e Ceia) &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt; | Foto: Senac/GO&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;A Lumina utiliza uma tecnologia de nanoporos, que atuam como sensores microscópicos que utilizam uma corrente elétrica para "ler" moléculas em tempo real: conforme o DNA atravessa esse minúsculo canal em uma membrana, ele causa interferências elétricas específicas que revelam sua composição genética de forma instantânea. Essa tecnologia dispensa infraestruturas robustas, permitindo que o sequenciamento biológico seja feito de forma portátil e ágil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No contexto dos estudos de DNA no Brasil, a Lumina é considerada um projeto inédito. Em comparação com modelos tradicionais de sequenciamento de DNA, o projeto apresentou custos menores de equipamentos, menor tempo e maior precisão de diagnóstico, além de apresentar menor custo por amostra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Base de dados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos grandes desafios para o desenvolvimento dos estudos e pesquisas em genética no país é a base de dados pré-existentes. Cerca de 88% das informações hoje são de indivíduos que possuem ancestralidade europeia. Assim, há maior chance de se gerar um resultado inconclusivo devido à ausência de comparação genética adequada com raízes afro-indígenas, que é de grande importância entre os brasileiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Lumina reverte esse quadro ao utilizar uma base exclusiva de genomas latino-americanos. "Existem algumas frentes para aumentar a base de dados genéticos dos brasileiros. No entanto, o volume ainda é pequeno comparando com iniciativas de outros países", afirma Celso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto tem apoio de pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFG e conta com recursos computacionais da Amazon Web Service (AWS).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:16:37 -0300</pubDate>
      <link>https://nodus.fic.ufg.br/n/201520-pesquisadores-da-ufg-desenvolvem-ia-para-interpretar-dna</link>
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      <title>UFG consolida excelência na Avaliação Quadrienal da Capes e mantém qualidade de todos os programas de pós-graduação</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" capa Quadrienal 2021-2024" title=" capa Quadrienal 2021-2024" src="http://nodus.fic.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/85/o/capa__Quadrienal_2021-2024.png?1768507204" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Resultado final da avaliação referente ao período 2021–2024 confirma que nenhum programa da Universidade Federal de Goiás teve redução de conceito e mais de 30% alcançaram elevação de nota&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Universidade Federal de Goiás (UFG) alcançou um resultado expressivo na Avaliação Quadrienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), referente ao período de 2021 a 2024. Com a divulgação do resultado final, a instituição confirmou que nenhum de seus programas de pós-graduação stricto sensu teve redução de conceito, consolidando um cenário de fortalecimento e qualificação contínua da pós-graduação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os resultados evidenciam o desempenho consistente dos programas da Universidade: mais de 30% obtiveram aumento de conceito e os demais mantiveram suas avaliações, demonstrando a capacidade institucional da UFG de preservar elevados padrões acadêmicos e avançar em indicadores de qualidade reconhecidos nacionalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O principal indicador da pós-graduação brasileira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Avaliação Quadrienal da Capes integra o sistema nacional de acompanhamento e regulação dos programas de pós-graduação stricto sensu no Brasil, sendo responsável por analisar a qualidade dos cursos de mestrado e doutorado oferecidos no país. Os conceitos atribuídos no processo são fundamentais para a renovação do reconhecimento dos programas e para a sua continuidade no ciclo subsequente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A avaliação atribui notas de 1 a 7, sendo o conceito 3 o patamar mínimo para o funcionamento regular dos cursos de mestrado. Programas com conceito 4 são classificados como bons; aqueles avaliados com conceito 5 são considerados consolidados; e os cursos que alcançam os conceitos 6 e 7 integram o grupo de excelência acadêmica, com reconhecimento nacional e internacional. Implementado em 1998, o modelo considera critérios como organização do programa, formação de recursos humanos, produção acadêmica e impacto social.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Excelência Acadêmica e avanço internacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG), os resultados refletem o trabalho coletivo desenvolvido por docentes, técnicos, estudantes e gestores, além do compromisso institucional com o fortalecimento da pesquisa, da formação avançada e da produção de conhecimento. O desempenho alcançado reafirma a posição da UFG entre as principais instituições de ensino superior do país e demonstra a maturidade acadêmica de seus programas de pós-graduação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nesta Avaliação Quadrienal, os Programas de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução, Ciências Ambientais e Geografia alcançaram o conceito máximo (nota 7) da Capes, patamar que atesta excelência acadêmica e reconhecimento internacional. Os resultados refletem trajetórias consolidadas, forte inserção científica e contribuição estratégica para a produção de conhecimento em áreas centrais para o desenvolvimento socioambiental do país.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Criado a partir do amadurecimento da área de Ecologia no Instituto de Ciências Biológicas, o Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução destaca-se pela robustez de sua formação, pela articulação entre teoria e metodologia e pela forte inserção em redes nacionais e internacionais de pesquisa. Sede de importantes iniciativas, como o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) em Ecologia, Evolução e Conservação da Biodiversidade, além de projetos de longa duração em áreas estratégicas do Cerrado, o programa manteve nota 7 de forma consecutiva nas últimas avaliações da Capes, consolidando-se como referência internacional na área.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais construiu sua identidade a partir da vocação da UFG para o estudo integrado do Bioma Cerrado, articulando dimensões físicas, biológicas, sociais e econômicas em uma abordagem interdisciplinar. Com forte base teórica ancorada nos princípios do ecodesenvolvimento e da sustentabilidade socioambiental, o programa ampliou sua atuação para além do Centro-Oeste, desenvolvendo cooperações institucionais na região Norte do país e projetos de internacionalização voltados ao estudo de processos socioambientais em savanas africanas, o que contribuiu decisivamente para o reconhecimento máximo na avaliação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com quase três décadas de existência, o Programa de Pós-Graduação em Geografia é referência na formação acadêmica na Região Centro-Oeste. O programa se destaca pela compreensão crítica do processo de produção do espaço, integrando dimensões sociais, culturais, econômicas e ambientais, além de apresentar forte capilaridade nacional e internacional. Sua trajetória inclui a formação de centenas de mestres e doutores, a coordenação de redes de pesquisa, intercâmbios acadêmicos e iniciativas interinstitucionais que ampliaram seu impacto científico e social, fatores determinantes para a conquista da nota 7 nesta Avaliação Quadrienal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além dos programas nota 7, a UFG soma seis programas com conceito 6, classificação que também representa padrão de excelência acadêmica. Ao todo, são nove programas enquadrados nos conceitos mais elevados da avaliação, evidenciando o amadurecimento institucional da pós-graduação e o fortalecimento contínuo das políticas acadêmicas da Universidade. Os programas avaliados com conceito 5, classificados como consolidados, também tiveram crescimento expressivo, assim como a redução no número de cursos com conceito 3.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/conpeex_geral_02.png" alt=" conpeex_geral_02.png" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Créditos: SECOM/UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os resultados parciais da avaliação permitem visualizar o desempenho dos programas de pós-graduação da UFG no decorrer dos últimos anos. Confira a seguir a relação completa dos cursos, do conceito 3 ao 7, organizada por faixa de avaliação:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Conceito 7&lt;/strong&gt;: Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução, Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Programa de Pós-Graduação em Geografia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Conceito 6&lt;/strong&gt;: Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE); Programa de Pós-Graduação em Física (PPGF); Programa de Pós-Graduação em História (PPGH), Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística (PPGLL); Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical e Saúde Pública (PPGMTSP); Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Conceito 5&lt;/strong&gt;: Programa de Pós-Graduação Multicêntrico em Ciências Fisiológicas (PPGMCF); Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT); Programa de Pós-Graduação em Ensino de História (PROFHISTORIA); Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS); Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO); Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal; Programa de Pós-Graduação em Matemática (PPGMAT); Programa de Pós-Graduação em Geotecnia, Estruturas e Construção Civil (PPGGECON); Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas (PPGMP); Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular (PPGBM); Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGFIL); Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde (PPGENFS); Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática (PPGECM); Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM); Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (PPGCF); Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (PPGCB); Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PPGCTA); Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC); Programa de Pós-Graduação em Biologia da Relação Parasito-Hospedeiro (PPGBRPH); Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS); Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGA); Programa de Pós-Graduação em Agronegócio (PPGAGRO); Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGADM).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Conceito 4&lt;/strong&gt;: Programa de Pós-Graduação em Zootecnia; Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual; Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena; Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal; Programa de Pós-Graduação em Ciência Política; Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Programa de Pós-Graduação em Direito Agrário; Programa de Pós-Graduação em Direito e Políticas Públicas; Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos; Programa de Pós-Graduação em Educação Física; Programa de Pós-Graduação em Educação Física; Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária; Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica e de Computação; Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química; Programa de Pós-Graduação em Ensino na Educação Básica; Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde; Programa de Pós-Graduação em Nutrição e Saúde; Programa de Pós-Graduação em Performances Culturais; Programa de Pós-Graduação em Projeto e Cidade; Programa de Pós-Graduação em Psicologia; Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva; Programa de Pós-Graduação em Nanotecnologia Farmacêutica; Programa de Pós-Graduação em Inovação Farmacêutica; Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (Doutorado em Rede UFMS/UFG); Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e Biodiversidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Conceito 3&lt;/strong&gt;: Programa de Pós-Graduação em Assistência e Avaliação em Saúde; Programa de Pós-Graduação em Economia; Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção; Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica; Programa de Pós-Graduação em Administração Pública em Rede Nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Compromisso com o futuro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Atualmente, a UFG conta com mais de 60 programas de pós-graduação stricto sensu, e, no período desta gestão, cinco novos cursos de mestrado tiveram sua criação aprovada pela Capes: Engenharia de Transportes, Ciência da Informação, Desenvolvimento Regional, Geociências e Música, ampliando a oferta e a diversidade da pós-graduação na Universidade. Paralelamente, cinco programas já consolidados obtiveram autorização para a oferta do nível de doutorado, evidenciando o amadurecimento acadêmico e institucional da pós-graduação da UFG. São eles: Ciência Política e Relações Internacionais, da Faculdade de Ciências Sociais (FCS); Ciências Contábeis, da Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas (FACE); Direito e Políticas Públicas, da Faculdade de Direito (FD); Ensino de História, da Faculdade de História (FH); e Sociologia, também da Faculdade de Ciências Sociais (FCS).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os resultados alcançados na Avaliação Quadrienal da Capes dialogam também diretamente com outros indicadores nacionais de qualidade institucional. Recentemente, a Universidade Federal de Goiás (UFG) comemorou um resultado histórico no Índice Geral de Cursos (IGC), que posiciona a instituição entre as 3% melhores universidades do país e na 18ª colocação entre as universidades federais brasileiras. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), responsável pelo indicador, a UFG alcançou a faixa máxima do IGC (conceito 5), classificação de Excelência Acadêmica que reflete a qualidade integrada dos cursos de graduação e pós-graduação, a elevada qualificação do corpo docente, a consistência dos projetos pedagógicos e o reconhecimento nacional da pesquisa e da formação avançada desenvolvidas na Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para a Pró-Reitoria de Pós-Graduação, os resultados da Avaliação Quadrienal reafirmam o compromisso da UFG com a excelência, a inovação e a responsabilidade social da ciência produzida na instituição. A gestão destaca que os avanços alcançados são resultado de um trabalho coletivo e contínuo, que seguirá sendo aprofundado nos próximos anos, com foco na consolidação dos programas, na internacionalização e na ampliação do impacto social da pós-graduação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A divulgação dos dados neste momento reforça a importância da comunicação institucional e da divulgação científica como parte estratégica da valorização da ciência, da pesquisa e da formação acadêmica desenvolvidas na Universidade Federal de Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para acessar a planilha com os resultados, &lt;a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/documentos/avaliacao/27052026_Resultado_2826627_Resultados_da_Avaliacao_Quadrienal_2025_para_publicacao_25_5___senha.xlsx" target="_blank" rel="noopener"&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:47:12 -0300</pubDate>
      <link>https://nodus.fic.ufg.br/n/ufg-consolida-excelencia-quadrienal-capes</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Reitoria Digital realiza chamada pública para seleção de bolsista profissional</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Imagem seleção de bolsista profissional maio 2022" title="Imagem seleção de bolsista profissional maio 2022" src="http://nodus.fic.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1223/o/sele%C3%A7%C3%A3o_bolsista_profissional_reitoria_digital_maio_2022.jpg?1651837749" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A oportunidade é voltada para atividades de comunicação no âmbito do Projeto de Extensão Interação entre a Universidade e a Comunidade na Internet&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A Reitoria Digital da Universidade Federal de Goiás realiza a chamada pública 01/2026 para a seleção de bolsista profissional graduado (Comunicação e áreas afins) para atividades de comunicação no âmbito do Projeto de Extensão Interação entre a Universidade e a Comunidade na Internet. &lt;/p&gt;
&lt;div class="body"&gt;
&lt;div class="body"&gt;
&lt;p&gt;Confira o edital e os demais anexos abaixo.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:22:13 -0300</pubDate>
      <link>https://nodus.fic.ufg.br/n/201449-reitoria-digital-realiza-chamada-publica-para-selecao-de-bolsista-profissional</link>
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      <enclosure url="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1223/o/SELECAO_DE_BOLSISTA_-_REITORIA_DIGITAL_DA_UFG_06-2026_-_chamada_01.06.2026_assinado.pdf?1780312868" length="121202" type="application/pdf"/>
    </item>
    <item>
      <title>UFG recebe expoente nacional em Comunicação Pública</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" 3ºencontro de agentes.png" title=" 3ºencontro de agentes.png" src="http://nodus.fic.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/3%C2%BAencontro_de_agentes.png?1779899608" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Jorge Duarte será palestrante no 3º Encontro de Agentes de Comunicação &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Caroline Pires&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que a Comunicação Pública tem a ver com o seu dia a dia na UFG? Essa pergunta não tem uma única resposta mas pode, e deve, ser pensada sob as mais diferentes perspectivas para que a Universidade fortaleça o seu papel social. Visando discutir essa e outras temáticas, a Secretaria de Comunicação (Secom) realiza, no dia 11 de junho, o 3º Encontro de Agentes de Comunicação. A palestra de Jorge Duarte, pesquisador e referência nacional nesta área, abre as atividades às 9h, com a palestra “O que eu tenho a ver com Comunicação Pública? Construindo caminhos entre o que posso e o que consigo”. Faça sua &lt;a href="https://forms.gle/kUvzNARM2FyWnpb86"&gt;inscrição gratuita&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A programação segue com oficinas específicas para os Agentes de Comunicação, na parte da tarde. O encontro ocorrerá das 9h às 17h no auditório da Biblioteca Central, no Campus Samambaia. As atividades serão certificadas e as inscrições são gratuitas. Estão convidados a participar gestores, servidores que trabalhem com comunicação e estudantes de graduação e pós-graduação.  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a secretária de Comunicação da UFG, Márcia Araújo, é o interesse coletivo que move a comunicação pública e isso, por si só, já indica a sua importância. Márcia ressalta que a conferência de Jorge Duarte sobre esse tema tão essencial para a sociedade, especialmente para uma universidade pública como a UFG, é um convite não apenas para profissionais, agentes e estudantes de comunicação, mas também para gestores e pesquisadores. “Queremos que a comunidade universitária compreenda a comunicação pública, perceba sua relevância e fique atenta às oportunidades de divulgação e às boas práticas necessárias ao cumprimento de seus objetivos.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vale destacar que a figura dos Agentes de Comunicação foi instituída pela Política de Comunicação da UFG, aprovada em 2019, que estabelece esses servidores como intermediários entre as pró-reitorias, secretarias, unidades acadêmicas e órgãos administrativos com a Secom. Nessa relação, cabe à Secom realizar atividades de capacitação e atualização, visando que os fluxos de comunicação sejam cada vez mais eficientes e, efetivamente, resultem em um diálogo permanente e qualificado com os públicos internos e externos à UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quem é Jorge Duarte?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atuando há mais de 30 anos na área de Comunicação, Jorge Duarte é jornalista e relações públicas com mais de 25 livros publicados na área e é presidente da Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública). Servidor público da Embrapa e professor, o pesquisador atuou ainda como Assessor Especial e Diretor do Núcleo de Comunicação Pública da Presidência da República de 2004 a 2012. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Confira a programação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt; 9h Abertura &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;10h Palestra Magna &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;13h30 a 16h30 Oficinas &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;16h30 Café de encerramento&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;13h30&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;OFICINA 1 -  Quem tem medo de Site Institucional? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;O objetivo é apresentar os principais pontos a serem destacados e os erros mais comuns dos sites institucionais da UFG, dando oportunidade para que os agentes de comunicação possam apresentar suas dúvidas e pensar coletivamente as melhores soluções. Um período da oficina será dedicado a passar orientações para a realização de fotos com celular, que podem ser usadas nas notícias. Além disso, será apresentado o passo a passo para solicitação de materiais gráficos junto à Secom. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Atividades teóricas: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Aspectos técnicos da manutenção de sites &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Uso de marca e solicitação de material gráfico &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Dinâmicas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;“Jogo dos 5 erros” - encontre pontos de melhoria nos sites apresentados “Facilitar meu dia-a-dia” &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Acesse os subsites da sua unidade acadêmica e aponte pelo menos 2 sites para serem desativados. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;“Minha foto é top” - pegue o seu celular e tire uma foto com as orientações recebidas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A melhor foto da tarde ganhará um chocolate Para acompanhar a oficina, é importante ter: Celular smartphone ou tablet com lanterna. 14:30&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;14h30&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;OFICINA 2 - Faça seu lead &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A oficina apresentará os princípios fundamentais de redação aplicados ao contexto institucional e de divulgação científica. O objetivo é qualificar a produção de conteúdos claros, relevantes e alinhados à comunicação pública. A oficina abordará: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Critérios de noticiabilidade (valor-notícia). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Técnica da pirâmide invertida. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Construção do lead. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Construção de títulos e subtítulos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Manual de Redação da UFG. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Atividade prática: Encontre o Lead &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;15h30&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;OFICINA 3 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Redes sociais na prática: conteúdo e gestão no dia a dia Conteúdo &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Produção de conteúdo para redes sociais institucionais &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Uso de inteligência artificial na criação e redação de conteúdos &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Organização de perfis institucionais &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Definição de linhas editoriais e planejamento básico de publicações &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Ferramentas de apoio à gestão de redes sociais &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Boas práticas para gestão de redes sociais em período eleitoral &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;- Para acompanhar a oficina, é importante ter: celular com Instagram instalado; conta ativa no ChatGPT ou outra ferramenta de IA; acesso ao perfil institucional da unidade (quando possível). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;16h30 café de encerramento&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/A26-SECOM-81_-_POST_1080X1080PX_-3_Encontro_de_Agentes_de_Comunica%C3%A7%C3%A3o.jpg" alt=" A26-SECOM-81_-_POST_1080X1080PX_-3_Encontro_de_Agentes_de_Comunicação.jpg" width="700" height="700" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 27 May 2026 13:33:51 -0300</pubDate>
      <link>https://nodus.fic.ufg.br/n/201319-ufg-recebe-expoente-nacional-em-comunicacao-publica</link>
      <guid>https://nodus.fic.ufg.br/n/201319-ufg-recebe-expoente-nacional-em-comunicacao-publica</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Redpill: como o discurso de ódio contra mulheres ganha espaço nas redes sociais</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Pesquisa redpill" title="Pesquisa redpill" src="http://nodus.fic.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/misoginia.webp?1779727757" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Estudo analisa como influenciador constrói autoridade e ecoa discurso misógino&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ana Beatriz Santiago&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em meados de 2023, um vídeo de Thiago Schutz, conhecido como &lt;em&gt;coach&lt;/em&gt; de masculinidade &lt;em&gt;redpill&lt;/em&gt;, ganhou grande repercussão no cenário digital brasileiro e lhe rendeu o apelido de "Calvo do Campari". Na gravação, o influenciador afirma que as mulheres tenderiam a manipular os homens em função de seus próprios interesses e desejos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda que, para algumas pessoas, o episódio tenha parecido apenas uma piada passageira e, para outras, um conselho banal, reduzi-lo a um simples meme seria ignorar a dimensão de seus efeitos. Mais do que um conteúdo de humor momentâneo, o vídeo reforça visões problemáticas sobre as relações entre homens e mulheres.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conteúdos como os produzidos por esse influenciador não são casos isolados. Eles exemplificam um tipo de discurso que circula no universo &lt;em&gt;redpill&lt;/em&gt;, movimento de caráter misógino no qual certos grupos de homens sustentam a ideia de uma suposta masculinidade biologicamente dominante, perspectiva que também é reforçada e difundida por Schutz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em sua &lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/tedeserver/api/core/bitstreams/30737c4d-cd86-45c3-9f78-465e4726c728/content" target="_blank" rel="noopener"&gt;pesquisa de mestrado&lt;/a&gt;, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística da Universidade Federal de Goiás (UFG), Sabrina Cesar Serra buscou compreender os mecanismos argumentativos, retóricos e discursivos que levam milhares de homens, e em alguns casos também mulheres, a aderirem, reproduzirem e reiterarem as ideias propagadas por esse influenciador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estudo, orientado pelo professor Rubens Damasceno-Morais, se voltou para o modo como esses conteúdos operam, buscando compreender como conquistam a adesão do público, geram identificação e seguem circulando com força nas interações digitais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabrina explica que o interesse pelo tema surgiu quando o vídeo de Schutz passou a viralizar não apenas nas redes sociais, mas também em veículos de notícia no Brasil. Diante da grande repercussão do episódio e de seu teor violento, ela passou a observá-lo com olhar investigativo, percebendo ali não apenas um "meme", mas um acontecimento discursivo que exigia análise mais atenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A partir desse acontecimento, a investigação passou a se orientar pela busca de compreender como esse enunciador constrói seu &lt;em&gt;ethos&lt;/em&gt; (credibilidade), se ele se ancora em determinadas representações sociais da mulher e se tais representações sociais reverberam no conteúdo das interações estabelecidas entre os usuários que comentam seus vídeos", detalha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisadora também foi movida pela urgência social que atravessa o tema. Ela ressalta que o Brasil apresenta índices alarmantes de violência contra a mulher, como &lt;a href="https://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br/dados-e-fontes/pesquisa/retrato-dos-feminicidios-no-brasil-fbsp-2026/" target="_blank" rel="noopener"&gt;evidenciam dados&lt;/a&gt; do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Sabrina, "conteúdos como os produzidos por Schutz podem atuar como vetores discursivos de reforço desse cenário violento, na medida em que incentivam formas hostis de pensar e agir em relação à mulher e legitimam desigualdades de gênero”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/misoginia.webp" alt="Pesquisa redpill" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;1.568 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil em 2025, segundo o Ipea &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Elineudo Meira/@fotografia.75&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Autolegitimação: a aliança do público&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a pesquisa, o influenciador Thiago Schutz não se dirige ao público da mesma maneira. Ao longo de seus vídeos, ele assume diferentes posturas, aquilo que os estudiosos chamam de &lt;em&gt;ethos&lt;/em&gt;, isto é, uma imagem de si. Em termos mais simples, trata-se da forma de se apresentar ao público para parecer confiável, convincente e digno de credibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para desenvolver a análise, a pesquisadora reuniu 79 &lt;em&gt;shorts&lt;/em&gt; (vídeos curtos), coletados da página oficial do influenciador no YouTube e, desse conjunto, selecionou quatro vídeos considerados os mais violentos e com maior número de interações entre os usuários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabrina identificou que, em cada vídeo, o influenciador assume diferentes &lt;em&gt;ethé&lt;/em&gt; (plural de &lt;em&gt;ethos&lt;/em&gt;). Nos vídeos, aparecem o &lt;em&gt;ethos&lt;/em&gt; de especialista, de conselheiro, de redentor e de justiceiro. Cada uma dessas formas de se apresentar (imagens de si, &lt;em&gt;ethos&lt;/em&gt;) cumpre uma função específica. "Essas imagens funcionam como dispositivos de autolegitimação, porque fazem com que ele pareça alguém que sabe, orienta, alerta, salva ou denuncia", explica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O segredo, segundo Sabrina, é que "a credibilidade não decorre só do conteúdo dito, mas da persona discursiva que ele encena diante do seu público-alvo, em sua grande maioria, homens". Um exemplo disso aparece na análise de um dos vídeos, em que a pesquisadora destaca a importância do vestuário, em conjunto com a fala do influenciador, na construção de uma imagem de credibilidade diante do público que ele busca alcançar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No vídeo em questão, Thiago Schutz aparece usando casaco escuro e óculos escuros, embora esteja em casa, em um contexto que não exigia esse tipo de vestimenta. Para a pesquisadora, essa escolha não é casual. "Tais escolhas são intencionais e produzem um verniz de autoridade sobre o &lt;em&gt;ethos&lt;/em&gt; do enunciador, isto é, sobre sua imagem", destaca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estudo revela que ele se veste de forma semelhante ao personagem Neo, do filme &lt;em&gt;Matrix&lt;/em&gt;. Esse aspecto é significativo porque o nome do movimento antifeminista &lt;em&gt;redpill&lt;/em&gt; foi inspirado justamente em uma cena do filme. Em específico, na cena em que o protagonista Neo deve escolher entre a pílula vermelha (&lt;em&gt;redpill&lt;/em&gt;, em inglês), que lhe trará a verdade, e a pílula azul, que o manterá sob o conforto da ilusão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao se vestir de forma semelhante ao personagem da ficção, o &lt;em&gt;coach&lt;/em&gt;/influenciador busca associar sua imagem (&lt;em&gt;ethos&lt;/em&gt;) como aquele que é capaz de revelar a verdade aos outros (nesse caso, aos "homens vítimizados"), tal como Neo. Para Sabrina, "o vestuário, associado ao discurso mobilizado, ajuda a projetá-lo como alguém capaz de revelar a ‘verdade’ a homens supostamente enganados pelas mulheres".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa mostra ainda que, para sustentar sua autoridade, Schutz se apoia em certas compreensões sociais da mulher, as quais o estudo define como representações sociais. Foram apontadas seis representações sociais principais: a mulher primitiva, a oportunista ou usurpadora, a cuidadora, a impura, a envelhecida ou desvalorizada e a vitimista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas representações sociais da mulher "cumprem a função de sustentar a construção dos &lt;em&gt;ethé&lt;/em&gt; de Schutz e, simultaneamente, legitimar sua autoridade perante o público masculino", explica Sabrina. Em outras palavras, além do discurso e do vestuário, o influenciador mobiliza representações hostis e depreciativas sobre a mulher para fortalecer sua imagem de credibilidade diante do público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabrina acrescenta que "a imagem de credibilidade (&lt;em&gt;ethos&lt;/em&gt;) edificada pelo enunciador, em composição com a mobilização das representações sociais da mulher, funcionam como engrenagens argumentativas, ora legitimando o motivo de os homens serem supostamente 'preteridos ou explorados' pelas mulheres, ora funcionando como uma espécie de alerta moral cuja solução exigiria alguém especializado no assunto".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisadora ainda complementa que, agindo assim, “o influenciador se projeta como uma espécie de herói autoproclamado, uma voz lúcida, autorizada e indispensável, supostamente destinada a abrir os olhos dos homens para os perigos quase épicos da manipulação feminina e a guiá-los, como um grande iniciado, pelos perigosos labirintos das relações heterossexuais".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Efeito mimético: a reprodução de padrões&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de analisar os &lt;em&gt;ethé&lt;/em&gt; construídos pelo influenciador nos vídeos selecionados, a pesquisadora também investigou as interações entre os internautas que comentam esse conteúdo. Segundo ela, essas interações se organizam em torno da compreensão sobre o que é a mulher, discutindo como ela deve ser, como deve se comportar e quais lugares deve ou não ocupar nas relações sociais, sobretudo nas relações amorosas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse ambiente digital, os internautas disputam argumentos, posicionamentos e sentidos, muitas vezes atravessados por um elevado nível de violência verbal. Um exemplo disso ocorre quando um usuário defende o fim da Lei Maria da Penha, sob a justificativa de que ela vitimizaria os homens. Em resposta, outro internauta confronta esse posicionamento ao afirmar que, na verdade, tal defesa revelaria o desejo de "bater em mulher sem ser punido", observa Sabrina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabrina mostra que, em sua maioria, os internautas que interagem por meio dos comentários repetem e, por vezes, até ampliam as representações da mulher mobilizadas pelo influenciador, produzindo um efeito mimético, isto é, um efeito de ressonância.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O aspecto mais relevante é que esse processo mimético ocorre inclusive quando alguns usuários buscam refutar parcialmente o influenciador, pois acabam retomando, ainda que de modo não intencional, o mesmo repertório discursivo". Como observa a pesquisadora, mesmo os argumentos de discordância, em certos casos, continuam limitados ao quadro representacional e discursivo estabelecido pelo conteúdo difundido pelo influenciador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse fenômeno "prismático" (aquilo que ecoa) se mostra como uma ferramenta argumentativa e discursiva proeminente na medida em que retroalimenta a credibilidade dos argumentos proferidos nos conteúdos do influenciador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, Sabrina conseguiu confirmar sua hipótese inicial: os &lt;em&gt;ethé&lt;/em&gt; construídos por Schutz "funcionam, ao mesmo tempo, como mecanismos de autolegitimação discursiva e como vetores de difusão de interpretações misóginas sobre a mulher, contribuindo para a formação de uma bolha epistêmica que retroalimenta sua credibilidade no ambiente digital".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a pesquisadora, "a importância do estudo está em descortinar o funcionamento argumentativo de certos discursos que se estruturam, ganham força e afetam as interações na internet, hoje parte central da vida social. Mais do que circular no ambiente digital, esses discursos ecoam, se atualizam e recolocam em movimento formas violentas de pensar e interpretar o outro".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desse modo, o estudo se apresenta como mais uma ferramenta para pensar formas de enfrentamento de problemas sociais dessa natureza, pois contribui para ampliar a compreensão de como determinados discursos se estruturam, circulam e produzem efeitos tanto na vida social on-line quanto off-line.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/tedeserver/api/core/bitstreams/30737c4d-cd86-45c3-9f78-465e4726c728/content" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse aqui a dissertação &lt;em&gt;O &lt;/em&gt;ethos&lt;em&gt; de Thiago Schutz e a reverberação da representação da mulher em interações digitais polêmicas&lt;/em&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 25 May 2026 13:53:17 -0300</pubDate>
      <link>https://nodus.fic.ufg.br/n/201241-redpill-como-o-discurso-de-odio-contra-mulheres-ganha-espaco-nas-redes-sociais</link>
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      <title>Novo programa da CAPES oferecerá 300 bolsas de pós-doutorado para mães pesquisadoras</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="logo capes" title="logo capes" src="http://nodus.fic.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/85/o/destaque-capes.jpg?1647868948" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Iniciativa busca garantir continuidade das atividades acadêmicas de docentes durante a maternidade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-renderer-start-pos="187"&gt;A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) tornou público o Edital nº 16/2026 do Programa Aurora, iniciativa que irá conceder até 300 bolsas de pós-doutorado para apoiar mães pesquisadoras vinculadas a programas de pós-graduação stricto sensu recomendados pela CAPES.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="483"&gt;O programa tem como objetivo fortalecer a permanência de mulheres na carreira acadêmica e contribuir para a redução das desigualdades de gênero na ciência. As bolsas terão duração de 24 meses e valor mensal de R$ 5,2 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="750"&gt;Podem participar professoras grávidas a partir do segundo trimestre de gestação, mães de crianças com até dois anos de idade, além de mulheres que tenham formalizado adoção ou guarda para fins de adoção nos últimos dois anos. O edital também contempla docentes mães de filhos com deficiência ou transtornos do neurodesenvolvimento, independentemente da idade da criança.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="1122"&gt;As propostas devem ser submetidas exclusivamente pelo sistema eletrônico da CAPES, por meio do endereço &lt;a class="_ymio1r31 _ypr0glyw _zcxs1o36 _mizu194a _1ah3dkaa _ra3xnqa1 _128mdkaa _1cvmnqa1 _4davt94y _4bfu1r31 _1hms8stv _ajmmnqa1 _vchhusvi _kqswh2mm _ect4ttxp _syaz13af _1a3b1r31 _4fpr8stv _5goinqa1 _f8pj13af _9oik1r31 _1bnxglyw _jf4cnqa1 _30l313af _1nrm1r31 _c2waglyw _1iohnqa1 _9h8h12zz _10531ra0 _1ien1ra0 _n0fx1ra0 _1vhv17z1" title="http://inscricao.capes.gov.br/individual" href="http://inscricao.capes.gov.br/individual" target="_blank" rel="noopener" data-renderer-mark="true" data-is-router-link="false" data-testid="link-with-safety"&gt;inscricao.capes.gov.br/individual&lt;/a&gt;. O processo será realizado em ciclos mensais de análise, sendo que o primeiro período de inscrições segue aberto até o dia 5 de junho de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="1404"&gt;O edital também prevê ações voltadas à inclusão e diversidade. Pelo menos 30% das bolsas serão destinadas a pessoas autodeclaradas pretas, pardas, indígenas ou quilombolas, enquanto no mínimo 10% serão direcionadas a proponentes com deficiência ou transtornos do neurodesenvolvimento.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="1690"&gt;&lt;a class="_ymio1r31 _ypr0glyw _zcxs1o36 _mizu194a _1ah3dkaa _ra3xnqa1 _128mdkaa _1cvmnqa1 _4davt94y _4bfu1r31 _1hms8stv _ajmmnqa1 _vchhusvi _kqswh2mm _ect4ttxp _syaz13af _1a3b1r31 _4fpr8stv _5goinqa1 _f8pj13af _9oik1r31 _1bnxglyw _jf4cnqa1 _30l313af _1nrm1r31 _c2waglyw _1iohnqa1 _9h8h12zz _10531ra0 _1ien1ra0 _n0fx1ra0 _1vhv17z1" title="https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/editais/Edital_2818271_SEI_2817084_Edital_16_2026__1_.pdf" href="https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/editais/Edital_2818271_SEI_2817084_Edital_16_2026__1_.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-renderer-mark="true" data-is-router-link="false" data-testid="link-with-safety"&gt;Clique aqui para acessar o edital.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="1726"&gt;&lt;a class="_ymio1r31 _ypr0glyw _zcxs1o36 _mizu194a _1ah3dkaa _ra3xnqa1 _128mdkaa _1cvmnqa1 _4davt94y _4bfu1r31 _1hms8stv _ajmmnqa1 _vchhusvi _kqswh2mm _ect4ttxp _syaz13af _1a3b1r31 _4fpr8stv _5goinqa1 _f8pj13af _9oik1r31 _1bnxglyw _jf4cnqa1 _30l313af _1nrm1r31 _c2waglyw _1iohnqa1 _9h8h12zz _10531ra0 _1ien1ra0 _n0fx1ra0 _1vhv17z1" title="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/programas-estrategicos/programa-aurora" href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/programas-estrategicos/programa-aurora" target="_blank" rel="noopener" data-renderer-mark="true" data-is-router-link="false" data-testid="link-with-safety"&gt;Clique aqui para saber mais sobre o Programa Aurora.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 22 May 2026 16:31:05 -0300</pubDate>
      <link>https://nodus.fic.ufg.br/n/novo-programa-capes-maes-pesquisadoras</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Nodus ministra Workshop de IA e Interativos para docentes de Jornalismo da PUC Goiás</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="workshop ia" title="workshop ia" src="http://nodus.fic.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1671/o/workia.png?1779375000" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Formação mostrou como criar aplicações de reportagem com Claude, Wordpress e HuggingFace&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1671/o/workia.png" alt="workshop ia" width="650" height="418" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Imagens: Vitória Serpa&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A equipe do Nodus ministrou, no dia 08 de maio, o workshop &lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" style="color: rgba(0,0,0,var(--o42jjq,1)); caret-color: #000000; --ys-xuq: none; font-weight: bold; font-style: normal; font-kerning: normal;"&gt;Aplicações de Reportagem e Interativos com IA&lt;/span&gt; para docentes e monitores do curso de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Participaram a egressa Tayná Freitas e os formandos Sofia Costa e João Henrick Camargo, acompanhados do professor Raniê Solarevisky de Jesus. A atividade foi realizada a convite do colegiado do curso da PUC, por iniciativa do professor Rogério Borges.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O grupo apresentou os resultados de pesquisas realizadas sobre o tema e também compartilhou tutoriais e dicas de desenvolvimento para criação de recursos interativos de reportagem utilizando modelos de inteligência artificial de grande (LLMs) e pequena escala (SLMs), com foco no &lt;em&gt;Claude&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Wordpress&lt;/em&gt; e modelos disponíveis no &lt;em&gt;HuggingFace&lt;/em&gt;. Os experimentos foram pautados na experiência com a disciplina Redação com Processamento de Linguagem Natural, oferecida como matéria optativa no curso de Jornalismo da UFG em 2025.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ação integra os esforços de formação do &lt;em&gt;CodiCom: Competências Digitais em Comunicação&lt;/em&gt; -- um projeto de extensão do Nodus que &lt;a title="link para acessar detalhes do CodiCom" href="/p/56991-cursos" target="_blank" rel="noopener"&gt;oferece cursos, aulas abertas e workshops&lt;/a&gt; sobre os tópicos de pesquisa do laboratório, em execução desde agosto do ano passado. As &lt;a title="link para acesso ao Conteúdo JoIA" href="/admin/news/link%20para pesquisas do ConteúdoJoIA" target="_blank" rel="noopener"&gt;pesquisas&lt;/a&gt; que fomentaram o workshop, por outro lado, são derivadas do projeto &lt;em&gt;Conteúdo JoIA: Jornalismo Digital Responsável com Processamento de Linguagem Natural&lt;/em&gt;, em execução desde março de 2025.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1671/o/wrkia2.png" alt="imagem mostra workshop sobre IA do Nodus na PUC Goiás" width="650" height="418" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 21 May 2026 11:52:00 -0300</pubDate>
      <link>https://nodus.fic.ufg.br/n/201166-nodus-ministra-workshop-de-ia-e-interativos-para-docentes-de-jornalismo-da-puc-goias</link>
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